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JornalUmbanda
Desde: 12/09/2004      Publicadas: 17      Atualização: 10/02/2005

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Beleza Negra



Beleza Negra

Todo mundo é afro
As trancinhas no cabelo, com contas e até argila, tornaram-se febre das férias de verão em Salvador
Adriana Negreiros, de Salvador
Fotos Fernando Vivas



Milena João, de 4 anos, o inglês James Wade e a catarinense Mariana: três meses de cabelo decorado


Além da fitinha do Senhor do Bonfim no pulso e da máquina fotográfica no pescoço, os turistas que passam por Salvador têm uma nova característica: cabelo trançado à moda afro. Os salões especializados nesse estilo, antes freqüentados apenas por negros, agora exibem um espetáculo de miscigenação nas filas, com loiros e orientais disputando horário com a clientela tradicional. Há algumas variantes no penteado, mas o mais pedido é o "de raiz", feito em todos os fios do cabelo e decorado com contas coloridas. Há quem use palha entre as tranças, para reforçar o aspecto tribal do visual. Os mais corajosos se deixam aplicar cera de abelha e argila no cabelo, para torná-lo bem crespo e espetado. Muitas vezes só dá para se livrar desse arranjo raspando a cabeça.
Os cabeleireiros cobram 10 reais para esculpir os penteados mais simples e até 300 reais pelos mais incrementados. Um desses pode demorar dez horas para ficar pronto. Foi o caso do penteado do cabeleireiro Oliver dos Santos, 29 anos, dono de um salão em Salvador. Santos carrega 4 quilos de contas de todas as cores na cabeça e inspirou dezenas de turistas a fazer penteados iguais. "Muitos me chamam de árvore de Natal, mas não ligo", ele diz.
Os salões de beleza mais tradicionais tiveram o movimento dobrado graças à nova onda. Vários cabeleireiros de outras regiões da cidade mudaram-se para o Pelourinho " o centro do turismo " e passaram a oferecer o serviço nos bancos das praças. O estudante inglês James Wade, 20 anos, pediu um modelo que levou à divisão dos fios de cabelo em tufos, com as pontas amarradas com fios de algodão. Pagou 20 reais. A catarinense Mariana Triches, 16 anos, fez tranças de raiz em toda a extensão da longa cabeleira loira. "Adoro o visual exótico dos negros", elogia. A holandesa Marielle Koop, de 23 anos, decorou com as contas coloridas, mas não tem certeza sobre o resultado. "Esse penteado parece combinar mais com a pele negra", admite. Um penteado desses dura três meses. Pode-se lavar os cabelos normalmente. Depois que as tranças são desfeitas, restam fios armados e fracos, pedindo hidratação e escova.
Revista Veja







Beleza Negra

Todo mundo é afro
As trancinhas no cabelo, com contas e até argila, tornaram-se febre das férias de verão em Salvador
Adriana Negreiros, de Salvador
Fotos Fernando Vivas



Milena João, de 4 anos, o inglês James Wade e a catarinense Mariana: três meses de cabelo decorado


Além da fitinha do Senhor do Bonfim no pulso e da máquina fotográfica no pescoço, os turistas que passam por Salvador têm uma nova característica: cabelo trançado à moda afro. Os salões especializados nesse estilo, antes freqüentados apenas por negros, agora exibem um espetáculo de miscigenação nas filas, com loiros e orientais disputando horário com a clientela tradicional. Há algumas variantes no penteado, mas o mais pedido é o "de raiz", feito em todos os fios do cabelo e decorado com contas coloridas. Há quem use palha entre as tranças, para reforçar o aspecto tribal do visual. Os mais corajosos se deixam aplicar cera de abelha e argila no cabelo, para torná-lo bem crespo e espetado. Muitas vezes só dá para se livrar desse arranjo raspando a cabeça.
Os cabeleireiros cobram 10 reais para esculpir os penteados mais simples e até 300 reais pelos mais incrementados. Um desses pode demorar dez horas para ficar pronto. Foi o caso do penteado do cabeleireiro Oliver dos Santos, 29 anos, dono de um salão em Salvador. Santos carrega 4 quilos de contas de todas as cores na cabeça e inspirou dezenas de turistas a fazer penteados iguais. "Muitos me chamam de árvore de Natal, mas não ligo", ele diz.
Os salões de beleza mais tradicionais tiveram o movimento dobrado graças à nova onda. Vários cabeleireiros de outras regiões da cidade mudaram-se para o Pelourinho " o centro do turismo " e passaram a oferecer o serviço nos bancos das praças. O estudante inglês James Wade, 20 anos, pediu um modelo que levou à divisão dos fios de cabelo em tufos, com as pontas amarradas com fios de algodão. Pagou 20 reais. A catarinense Mariana Triches, 16 anos, fez tranças de raiz em toda a extensão da longa cabeleira loira. "Adoro o visual exótico dos negros", elogia. A holandesa Marielle Koop, de 23 anos, decorou com as contas coloridas, mas não tem certeza sobre o resultado. "Esse penteado parece combinar mais com a pele negra", admite. Um penteado desses dura três meses. Pode-se lavar os cabelos normalmente. Depois que as tranças são desfeitas, restam fios armados e fracos, pedindo hidratação e escova.
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