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JornalUmbanda
Desde: 12/09/2004      Publicadas: 17      Atualização: 10/02/2005

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 Orixas

  10/02/2005
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Oxala

Oxalá Orixá associado à criação do mundo e da espécie humana. Apresenta-se de duas maneiras: moço " chamado Oxaguiam, e velho " chamado Oxalufam. O símbolo do primeiro é uma idá (espada), o do segundo é uma espécie de cajado em metal, chamado ôpá xôrô. A cor de Oxaguiam é o branco levemente mesclado com azul, do de Oxalufam é somente branco. O dia consagrado para ambos é a sexta-feira. Sua saudação é ÈPA BÀBÁ ! Oxalá é considerado e cultuado como o maior e mais respeitado de todos os Orixás do Panteão Africano. Simboliza a paz é o pai maior nas nossas nações na Religião Africana. É calmo, sereno, pacificador, é o criador, portanto respeitado por todos os Orixás e todas as nações. A Oxalá pertence os olhos que vêem tudo (Oxalá de Orumilaia dono

OxalaOxalá Orixá associado à criação do mundo e da espécie humana. Apresenta-se de duas maneiras: moço " chamado Oxaguiam, e velho " chamado Oxalufam. O símbolo do primeiro é uma idá (espada), o do segundo é uma espécie de cajado em metal, chamado ôpá xôrô. A cor de Oxaguiam é o branco levemente mesclado com azul, do de Oxalufam é somente branco. O dia consagrado para ambos é a sexta-feira. Sua saudação é ÈPA BÀBÁ ! Oxalá é considerado e cultuado como o maior e mais respeitado de todos os Orixás do Panteão Africano. Simboliza a paz é o pai maior nas nossas nações na Religião Africana. É calmo, sereno, pacificador, é o criador, portanto respeitado por todos os Orixás e todas as nações. A Oxalá pertence os olhos que vêem tudo (Oxalá de Orumilaia dono da visão no jogo de búzios). Dia da semana " domingo. Cores " branco. Símbolo - opachorô (cajado de estanho ou madeira com uma pomba em cima). Animais - cabra e galinha brancas. Comida - canjica branca, acaçá, inhame amassado, merengue e mel. Função - trabalha em favor da paz, da ordem, da calma e da saúde. Saudação - epaô ou epa babá. Local das oferendas - na praia, no mar ou em rios. Os Filhos de Oxalá Os filhos dele não gostam de pedir ajuda aos outros, são introvertidos, tranqüilos e reservados. Uma característica marcante é a honestidade. Alguns possuem uma leve sobressalência nas costas (corcunda). Os filhos de Oxalá são calmos, responsáveis, reservados e de muita confiança. Seus ideais são levados até o fim, mesmo que todas as pessoas sejam contrárias a suas opiniões e projetos. Gostam de dominar e liderar as pessoas. São muito dedicados, caprichosos, mantendo tudo sempre bonito, limpo, com beleza e carinho. Respeitam a todos mas exigem ser respeitados. Lendas Olodumaré entregou a Oxalá o saco da criação para que ele criasse o mundo. Porém essa missão não lhe dava o direito de deixar de cumprir algumas obrigações para outros Orixás e Bará, aos quais ele deveria fazer alguns sacrifícios e oferendas. Oxalá pôs a caminho apoiado em um grande cajado, o Paxorô. No momento em que deveria ultrapassar a porta do além, encontrou-se com Bará que, descontente porque Oxalá se negara a fazer suas oferendas, resolveu vingar-se provocando em Oxalá uma sede intensa. Oxalá não teve outro recurso senão o de furar a casca de um tronco de um dendezeiro para saciar a sua sede. Era o vinho de palma o qual Oxalá bebeu intensamente, ficou bêbado, não sabia onde estava e caiu adormecido. Apareceu então Olófin Odùduà que vendo o grande Orixá adormecido roubou-lhe o saco da criação e em seguida foi a procura de Olodumaré, para mostrar o que teria achado e contar em que estado Oxalá se encontrava. Olodumaré disse então que "se ele esta neste estado vá você a Odùduà, vá você criar o mundo". Odùduà foi então em busca da criação e encontrou um universo de água, e aí deixou cair do saco o que estava dentro, era terra. Formou-se então um montinho que ultrapassou a superfície das águas. Então ele colocou a galinha cujos pés tinham cinco garras. Ela começou a arranhar e a espalhar a terra sobre a superfície da água, onde ciscava cobria a água, e a terra foi alargando cada vez mais, o que em Ioruba se diz IlE`nfê expressão que deu origem ao nome da cidade Ilê Ifê. Odùduà ali se estabeleceu, seguido pelos outros Orixás e tornou-se assim rei da terra. Quando Oxalá acordou, não encontrou mais o saco da criação. Despeitado, procurou Olodumaré, que por sua vez proibiu, como castigo a Oxalá e toda sua família, de beber vinho de palma e de usar azeite de dendê. Mas como consolo lhe deu a tarefa de modelar no barro o corpo dos seres humanos nos quais ele, Olodumaré insuflaria a vida. Um dia Oxalufam, que vivia com seu filho Oxaguiam, velho e curvado por sua idade avançada, resolveu viajar a Oyó em visita a Xangô, seu outro filho. Foi consultar um babalaô para saber acerca da viagem. O adivinho recomendou-lhe não seguir viagem. Ela seria desastrosa e acabaria mal. Mesmo assim, Oxalufam, por teimosia, resolveu não renunciar à sua decisão. O adivinho aconselhou-o então a levar consigo três panos brancos, limo-da-costa e sabão-da-costa, assim como a aceitar e fazer tudo que lhe pedissem no caminho e não reclamar de nada, acontecesse o que acontecesse. Seria uma forma de não perder a vida. Em sua caminhada, Oxalufam encontrou Bará três vezes. Três vezes Bará solicitou ajuda ao velho rei para carregar seu fardo, que acabava derrubando em cima de Oxalufam. Três vezes Oxalufam ajudou Bará, carregando seus fardos imundos. E por três vezes Bará fez Oxalufam sujar-se de azeite de dendê, de carvão, de caroço de dendê. Três vezes Oxalufam ajudou Bará. Três vezes suportou calado as armadilhas de Bará. Três vezes foi Oxalufam ao rio mais próximo lavar-se e trocar suas vestes. Finalmente chegou a Oyó. Na entrada da cidade viu um cavalo perdido, que ele reconheceu como o cavalo que havia presenteado a Xangô. Tentou amansar o animal para amarrá-lo e devolvê-lo ao filho. Mas neste momento chegaram alguns súditos do rei à procura do animal perdido. Viram Oxalufam com o cavalo e pensaram tratar-se do ladrão do animal. Maltrataram e prenderam Oxalufam. Ele, sempre calado, deixou-se levar prisioneiro. Mas, por estar um inocente no cárcere, em terras do Senhor da Justiça, Oyó viveu por longos sete anos a mais profunda seca. As mulheres tornaram-se estéreis e muitas doenças assolaram o reino. Xangô desesperado, procurou um babalaô que consultou Ifá, descobrindo que um velho sofria injustamente como prisioneiro, pagando por um crime que não cometera. Xangô correu para a prisão. Para seu espanto, o velho prisioneiro era Oxalufam. Xangô ordenou que trouxessem água do rio para lavar o rei. O rei de Oyó mandou seus súditos vestirem-se de branco. E que todos permanecessem em silêncio. Pois era preciso, respeitosamente, pedir perdão a Oxalufam. Xangô vestiu-se também de branco e nas suas costas carregou o velho rei. E o levou para as festas em sua homenagem e todo o povo saudava Oxalá e todo o povo saudava Xangô. Depois Oxalufam voltou para casa e Oxaguiam ofereceu um grande banquete em celebração pelo retorno do pai. Assim, todos os acontecimentos tristes acabaram num piscar de olhos, voltando a normalidade. Rezas É de au au au babaichorô Responder: E de auê babarumalé é de au Eleoapecô o babá Responder: Eoapecô orumalé Elecapecô Iemanjá Responder: Eoapecô orumalé Aiolomina o anareo cori foribalé Responder: Aiolomina o anareo cori foribalé Aifiola aiofila ieiê babarumalé Responder: Aifiola aiofila ieiê babarumalé Eleomaquere quere quere eleomaquere de Orixá Responder: Eleomaquere quere quere eleomaquere de Orixá Ominina batia ominina balocum Responder: Ominina batia ominina balocum Oeliéu eléu eléu omiato babachorô Responder: Oeliéu eléu eléu omiato babachorô Oeléoao elédebabao Responder: Oeléoao elédebabao Eléoao elébabao Responder: Eléoao elébabao Oimanjá muque muquechê Responder: Alao oo oo babá Oxalá de oromiláia babaichorô oromiláia Responder: Oxalá de oromiláia babaichorô oromiláia Oxalá de oromiláia choro Responder: Oxalá de oromiláia choro Oxalá de oromiláia oromiláia choro Responder: Oxalá de oromiláia oromiláia choro Oibelerum belerum belerum Orixálá maleodô Responder: Oibelerum belerum belerum Orixálá maleodô Alafiolaê de babareuá Responder: Alafiolaê de babareuá Oxalá belerum Responder: Quereremo fará Oiquererema fára Responder: Oiquererema fará Oibabaribô Maconsé Oxalá Maconsé Babaribô Maconsé Responder: Oibabaribô Maconsé Oxalá Maconsé Babaribô Maconsé Sapadô Otirê Responder: Farabodó Oquenia pechoro oquenia pechoro ialaossimam ialaossimam pechorô Responder: Oquenia pechoro oquenia pechoro ialaossimam ialaossimam pechorô Inhéo oinhéo ao inhéo deoromiláia ilao Responder: Inhéo oinhéo ao inhéo deoromiláia ilao Oiumpepeo airá babachanirê olunfá airá Responder: Oiumpepeo airá babachanirê olunfá airá Colimo colimocum Responder: Fararaiso colimocum fararaiso Ieieo pavià ieieo paviá amassélo locum acoro ieiê paviá amasselo locum acoro Responder: Ieieo paviá ieieo pavià amassélo locum acoro ieiê paviá amasselo locum acoro Anajéo adupereo Responder: Anajéo adupereo Ebô ololofila Orixalá Responder: Ebô ololofila Orixalá Ebô babálofila Orixalá Responder: Ebô babálofila Orixalá Oxalá lerum oxalá lerum olofilo orixálá olofilo babá Responder: Oxalá lerum oxalá lerum olofilo orixálá olofilo babá Onimocum será onimocum será Responder: Babaribô onimocum será Jêje Orixauene Bocum Responder: Babaorixauene Bocum ló Taluben talaufain taluben talaufaô Responder: Taluben talaufain taluben talaufaô * Extraída do verso do disco de vinil: Este é o Nagô do Rio Grande do SulL, Abelardo Pereira, Ano 1978. *Adaptado com a matéria sobre os Orixás do Jornal Hora Grande/POA/RS, Paulo Verardi. *Site da GLOBO.COM sobre As Religiões.
  Web site: www.orixas.com.br  Autor: Eberton


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